Não podemos é aceitar que mais uma vez o povo pague a conta

São quase 13 milhões de desempregados, outros 38 milhões na informalidade, ‘fugindo do rapa’ nas cidades, preço da gasolina e do gás de cozinha subindo, dólar subindo e aumentando o preço do pão francês etc. Esse é o Brasil hoje! E as medidas recentes para tentar reverter essa lógica estão tendo um resultado oposto. A terceirização, a reforma trabalhista e, agora, a previdenciária, só estão piorando a situação. Como se isso não bastasse, o atual governo planeja congelar o salário mínimo. Ou seja: se as famílias já estão podendo comprar pouco, elas irão poder comprar menos ainda. Isso não prejudica só os trabalhadores. Quando o povo compra menos, a indústria produz menos. Se a indústria produz menos, ela manda funcionário embora. Assim, o desemprego aumenta ainda mais.

Existem alternativas? Sem dúvida. Ao invés de jogar na conta do trabalhador e da classe média, o governo poderia diminuir as isenções fiscais e programas refinanciamento de dívidas para grandes empresas. Aliás, ele poderia criar um programa de refinanciamento para as pessoas, para o povo! Quando as pessoas voltam a ter crédito, eles voltam a consumir, as empresas contratam e o comércio vende. O crédito também é fundamental para os empreendedores e comerciantes. Fora isso, o governo poderia também cobrar os grandes devedores da previdência, taxar os donos de bancos, que faturam zilhões e não pagam quase nada.
Existem outros caminhos para que o País volte a crescer. O que não podemos é aceitar que mais uma vez o povo pague a conta.

Links:
ESTADÃO: http://bit.ly/2V1VqTV
FOLHA DE SP: http://bit.ly/2Nm64Ei
EXAME: http://bit.ly/2NnAINC
FOLHA DE SP: http://bit.ly/2No8z95

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