Combater o desemprego é urgente!

Para aqueles que acreditavam na reforma trabalhista, ultrapassamos recentemente a marca de 13 milhões de desempregados. Outros 30 milhões de brasileiros trabalham em condições precárias – menores salários e menos direitos. Se estes números mostram a urgência de combatermos o desemprego, o atual governo não apresentou, até agora, nenhuma proposta com esse objetivo. Pelo contrário, dedica-se mais ao twitter e às inúmeras tentativas de desviar a atenção da nação com bobagens que ele, os filhos e os seus ministros falam por aí. Enquanto isso, o povo segue amargando por horas e horas nas filas das agências de emprego. É grave!

Reforma da previdência: quem ganharia R$2.000 vai perder R$877 por mês

Enquanto o atual governo ‘patina’ com a reforma previdenciária, uma coisa fica clara: quem ganharia R$2.000 vai perder R$877 por mês. Parece brincadeira de mau gosto. Mas é a realidade da cruel proposta. Vamos entender: um trabalhador com 65 anos de idade e 20 anos de contribuição previdenciária, que recebe um salário na média de R$2.240,90, receberia hoje de aposentadoria 90% desse valor – R$2.016,81. Caso a reforma seja aprovada, esse mesmo trabalhador receberá R$1.899,41, cerca de R$877 a menos. Imagine o impacto e o prejuízo dessa redução na vida do trabalhador. Já para os militares, o mesmo governo prevê dobrar a indenização que a categoria recebe, quando se aposenta. É isso mesmo, amigo. Bolsonaro pretende tirar de quem ‘ganha pouco’ para dobrar o benefício dos colegas militares. Se a reforma é necessária, é fundamental que ela seja feita de forma justa a todos, civis e militares, pobres e ricos. Promover e aprofundar a desigualdade é exatamente o contrário de ‘acabar com regalias e privilégios’. Vamos cobrar!