Está provado que tirar direitos não gera empregos

A constante instabilidade e as “trapalhadas” do governo, o endividamento das famílias e a queda no consumo derrubam a produção industrial e, consequentemente, diminuem os empregos de qualidade. Neste cenário, a tendência é que milhões de brasileiros, homens e mulheres, pais e mães, jovens, adultos e idosos sejam obrigados a continuar buscando o seu sustento nos semáforos – de forma digna, mas sem qualquer direito e com uma renda muitas vezes insuficiente.

Puxando pela memória, primeiro disseram que a reforma trabalhista resolveria, depois a previdenciária, agora falam na tributária e administrativa. Porém, fica cada vez mais claro: estas reformas beneficiam alguns privilegiados, enquanto massacra a maioria da população, a classe média, os pequenos comerciantes etc.

É urgente recuperar o crédito das famílias e dos empreendedores, que geram empregos no País todo. Na outra ponta, é preciso investir na formação dos nossos jovens e na requalificação dos trabalhadores. Está provado que tirar direitos não gera empregos.
Temos que olhar, aprender e copiar o exemplo dos países prósperos, onde o trabalhador tem emprego, direitos e dignidade. Existe luz e solução para o Brasil e nós precisamos seguir nesta direção.

Links
O Globo: https://glo.bo/3075ePm
Valor Econômico: https://glo.bo/35CPaG3

#gersonsartori #pdt #emprego

Caetano Veloso e Ciro Gomes na homenagem ao professor Mangabeira Unger

Nesta terça-feira tivemos a oportunidade de acompanhar a homenagem ao professor Roberto Mangabeira Unger, na Faculdade de Direito da USP, ao lado dos amigos, Gabriel Cassiano, presidente da Juventude do PDT-SP, e Gustavo Castañon, professor de Filosofia e Psicologia da Universidade de Juiz de Fora. Antes do evento tive ainda a oportunidade de conversar com um dos ícones da música brasileira, Caetano Veloso. O nosso companheiro e candidato a presidente, Ciro Gomes, e o senador, Eduardo Suplicy, também participaram desta linda homenagem.

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Não podemos é aceitar que mais uma vez o povo pague a conta

São quase 13 milhões de desempregados, outros 38 milhões na informalidade, ‘fugindo do rapa’ nas cidades, preço da gasolina e do gás de cozinha subindo, dólar subindo e aumentando o preço do pão francês etc. Esse é o Brasil hoje! E as medidas recentes para tentar reverter essa lógica estão tendo um resultado oposto. A terceirização, a reforma trabalhista e, agora, a previdenciária, só estão piorando a situação. Como se isso não bastasse, o atual governo planeja congelar o salário mínimo. Ou seja: se as famílias já estão podendo comprar pouco, elas irão poder comprar menos ainda. Isso não prejudica só os trabalhadores. Quando o povo compra menos, a indústria produz menos. Se a indústria produz menos, ela manda funcionário embora. Assim, o desemprego aumenta ainda mais.

Existem alternativas? Sem dúvida. Ao invés de jogar na conta do trabalhador e da classe média, o governo poderia diminuir as isenções fiscais e programas refinanciamento de dívidas para grandes empresas. Aliás, ele poderia criar um programa de refinanciamento para as pessoas, para o povo! Quando as pessoas voltam a ter crédito, eles voltam a consumir, as empresas contratam e o comércio vende. O crédito também é fundamental para os empreendedores e comerciantes. Fora isso, o governo poderia também cobrar os grandes devedores da previdência, taxar os donos de bancos, que faturam zilhões e não pagam quase nada.
Existem outros caminhos para que o País volte a crescer. O que não podemos é aceitar que mais uma vez o povo pague a conta.

Links:
ESTADÃO: http://bit.ly/2V1VqTV
FOLHA DE SP: http://bit.ly/2Nm64Ei
EXAME: http://bit.ly/2NnAINC
FOLHA DE SP: http://bit.ly/2No8z95

#gersonsartori #pdt #salariominimo #saláriomínimo

Passou da hora de valorizar quem trabalha e quem produz.

Aprovaram o primeiro turno da reforma da previdência, aquilo que tinha tudo para durar meses, passou. O único ‘projeto’ que o atual governo tinha, tirando o decreto das armas e outras bobagens, foi aprovado. Mas e agora, o mercado vai se animar, a economia vai finalmente destravar e gerar empregos? Não. Certamente isso não irá acontecer. E não sou só eu quem diz isso. Economistas, especialistas e membros do próprio governo engrossam esse coro. Escutamos essas mesmas promessas vazias, quando a reforma trabalhista e a PEC do teto foram aprovadas. A recessão continuou e temos hoje mais de 13 milhões de desempregados. O investimento público atingiu o patamar mais baixo nos últimos 50 anos. E o Brasil tem hoje a maior desindustrialização entre 30 países, desde 1970.

Ou seja: é impossível acreditar que esta reforma irá aquecer a economia, sendo que ela tira 1 trilhão de reais dos trabalhadores e da classe média, ao longo de dez anos. Isso significa 1 trilhão a menos para o comércio e para a indústria, menos geladeiras vendidas, menos carros, menos remédios, menos feijão etc. Dessa maneira, o desenvolvimento econômico está cada dia mais distante. E não é liberando R$500 de FGTS que iremos aumentar o consumo ou tirar 64 milhões de brasileiros do SPC.

Com seis meses de governo vai ficando explícita a ausência de projeto, de políticas públicas, de ideias e governança. Sobram polêmicas e ofensas. Enquanto o presidente se dedica a discutir no twitter a questão da Venezuela, a tomada de três pinos e a Bruna Surfistinha, o povo sofre no sol, nas filas quilométricas das agências de emprego ou vendendo pano de prato, nas avenidas.

Seguiremos atentos, fazendo uma oposição propositiva, lutando no Congresso, no Senado e de todas maneiras previstas em nossa constituição, para reverter o que for possível desta reforma. O PDT não se esquiva da luta diária por um Brasil próspero, soberano e mais justo a todos.

Links:
Maia defende revisão da PEC do teto: https://glo.bo/2K26g7m
Só a reforma não será suficiente: https://glo.bo/2XXp6X2
Governo quer limitar saque de R$500 do FGTS: http://bit.ly/2JYHp4y

#gersonsartori #pdt

Reflexões sobre a previdência social

Com o passar do tempo é natural que um País repense o seu modelo de previdência social. A questão é complexa e divide opinões. Desde as últimas eleições, nós do PDT temos estudado o tema com uma equipe econômica experiente formada por Ciro Gomes, Mauro Benevides Filho, Nelson Marconi e capitaneada pelo ex-ministro do trabalho e presidente nacional do partido, Carlos Lupi. Desse núcleo saíram as propostas econômicas apresentadas pelo Ciro em 2018 e também o modelo de reforma defendido, este ano, pela bancada do PDT no congresso. Particularmente, tive a oportunidade de participar e debater com esse grupo em um encontro realizado em Brasília, em março deste ano. Na ocasião, chegamos ao consenso de que existem alternativas ao que foi apresentado pelo atual governo. Por exemplo: cobrar grandes devedores, diminuir os programas de refinanciamento e isenções fiscais, taxar lucros e dividendos dos bancos e grandes especuladores. Essas medidas imediatas nos dariam um ‘fôlego’ para discutir com a população de maneira clara, apresentando números e propostas justas para uma reforma. Infelizmente o governo não optou por este caminho democrático e participativo.

Agora, as expectativas depositadas nessa reforma são muitas. Porém, me parece fundamental lembrar que esse mesmo discurso de ‘destravar a economia’ foi usado pelo governo anterior, do Michel Temer, para aprovar a reforma trabalhista. A pretexto ‘modernizar’ as leis trabalhistas, as condições de trabalho foram precarizadas e empurraram milhares de trabalhadores para a informalidade, diminuindo assim a quantidade de contribuintes. Ou seja: se a crise já havia tirado o emprego de milhares de brasileiros, a reforma trabalhista abriu caminho para que a previdência passasse a arrecadar cada vem menos. A conta é simples: menos empregos formais = menos dinheiro na previdência.

Diante da sua carência de propostas, depois de eleito Bolsonaro ‘se agarrou’ na reforma da previdência e no Paulo Guedes, o seu ministro da economia. A campanha publicitária promovida por eles diz que a ‘nova previdência’ será mais justa e acabará com os privilégios. No entanto, a leitura do texto da proposta mostra exatamente o contrário. Quem irá ‘pagar a conta’ é mais uma vez o trabalhador, os pobres e a classe-média. As corporações, militares e servidores de alto escalão, continuarão tendo condições especiais. Resumindo: as regras podem até mudar mas os privilegiados e os injustiçados continuarão sendo os mesmos.

Parece sedutor acreditar que se a reforma gerar 1 trilhão em economia, em dez anos, estaremos fazendo algo de bom para o Brasil e para o povo. Aqui é importante considerar dois pontos. Primeiro – essa economia sairá do bolso do trabalhador, que irá consumir menos, poderá comprar menos feijão, menos carne, remédio etc. Quem ganha pouco não poupa, sobrevive! Segundo – a PEC do teto aprovada ainda na gestão Temer impede, criminosamente, que o governo faça maiores investimentos públicos. A reforma vai tirar do povo e o povo não irá desfrutar de melhorias significativas na saúde, na educação ou em qualquer outra área.

Ser contra essa proposta de reforma é compreender que não podemos aceitar mais qualquer política pública que fomente injustiças e agrave a desigualdade de um País já tão desigual. Gerar emprego continua sendo a reforma mais eficiente. Que a nossa esperança e urgência se traduzam em consciência no coração de nossos representantes. Nós iremos cobrar!

Gerson Sartori, vice-presidente estadual do PDT-SP, presidente do PDT Jundiaí.

#gersonsartori #pdt #previdência #previdencia#reformadaprevidencia

Executiva estadual discute as perspectivas para as próximas eleições municipais

Em reunião da executiva estadual do PDT, discutimos as perspectivas do partido para as próximas eleições municipais. Juntamente com o presidente nacional do partido, Carlos Lupi e o nosso ex-prefeito, Pedro Bigardi, debatemos a situação atual da reforma da previdência, bem como as próximas agendas do Ciro Gomes, em São Paulo. Os desafios são enormes e a nossa motivação também!

#gersonsartori #pdt

Combater o desemprego é urgente!

Para aqueles que acreditavam na reforma trabalhista, ultrapassamos recentemente a marca de 13 milhões de desempregados. Outros 30 milhões de brasileiros trabalham em condições precárias – menores salários e menos direitos. Se estes números mostram a urgência de combatermos o desemprego, o atual governo não apresentou, até agora, nenhuma proposta com esse objetivo. Pelo contrário, dedica-se mais ao twitter e às inúmeras tentativas de desviar a atenção da nação com bobagens que ele, os filhos e os seus ministros falam por aí. Enquanto isso, o povo segue amargando por horas e horas nas filas das agências de emprego. É grave!

Previdência apresentada não combate privilégios

O governo Bolsonaro apresentou a sua proposta de reforma da previdência. Nesse momento, estamos estudando o texto. Mas a impressão inicial é de que esta reforma pouco se dedica a combater privilégios, um dos principais problemas da nossa previdência. A questão da idade mínima, um dos pontos mais discutidos por todos, simplesmente desconsidera o Brasil real. Afinal, não podemos achar justo e aceitável que as regras para um pedreiro ou motorista de ônibus se aposentar sejam as mesmas de um executivo, que trabalha dentro de um escritório com ar-condicionado. Assim como é revoltante obrigar um professor a dar aula por 40 anos para que ele receba a sua aposentadoria integral. Volto a dizer o quanto é importante discutir esse assunto, apresentando números reais, que ajudem a população a entender a situação da previdência. Antes de encomendar o remédio, precisamos saber qual é de fato a doença.

Para quem quiser entender melhor a previdência, a equipe econômica do Ciro Gomes, coordenada pelo especialista no assunto e deputado federal do PDT, Mauro Benevides Filho, produziu um panorama sobre o tema, trazendo muitos dados e informações. A apresentação pode ser acessada aqui: http://bit.ly/2SSCmtt

Em Brasília, Sartori participa de debate sobre a reforma da previdência

A previdência é um tema fundamental porém complexo. Sabendo da dimensão e dos desafios do assunto, o PDT promoveu, na sede nacional em Brasília, um debate sobre a reforma coordenado pelo presidente do PDT, Carlos Lupi, e o nosso candidato a presidente, Ciro Gomes, que conhece a matéria como poucos e mostra como a reforma da previdência deveria ser feita junto com a tributária. Lideranças nacionais, deputados e senadores acompanharam a apresentação feita pelo deputado federal do PDT, professor de economia e especialista no assunto, Mauro Benevides Filho. Saímos deste encontro com muitos dados e informações. Cientes de que o primeiro passo para o debate é tornar público e transparente os números reais da previdência, apontando os custos de cada setor, os grandes devedores e as isenções.