Está provado que tirar direitos não gera empregos

A constante instabilidade e as “trapalhadas” do governo, o endividamento das famílias e a queda no consumo derrubam a produção industrial e, consequentemente, diminuem os empregos de qualidade. Neste cenário, a tendência é que milhões de brasileiros, homens e mulheres, pais e mães, jovens, adultos e idosos sejam obrigados a continuar buscando o seu sustento nos semáforos – de forma digna, mas sem qualquer direito e com uma renda muitas vezes insuficiente.

Puxando pela memória, primeiro disseram que a reforma trabalhista resolveria, depois a previdenciária, agora falam na tributária e administrativa. Porém, fica cada vez mais claro: estas reformas beneficiam alguns privilegiados, enquanto massacra a maioria da população, a classe média, os pequenos comerciantes etc.

É urgente recuperar o crédito das famílias e dos empreendedores, que geram empregos no País todo. Na outra ponta, é preciso investir na formação dos nossos jovens e na requalificação dos trabalhadores. Está provado que tirar direitos não gera empregos.
Temos que olhar, aprender e copiar o exemplo dos países prósperos, onde o trabalhador tem emprego, direitos e dignidade. Existe luz e solução para o Brasil e nós precisamos seguir nesta direção.

Links
O Globo: https://glo.bo/3075ePm
Valor Econômico: https://glo.bo/35CPaG3

#gersonsartori #pdt #emprego

Parlamento Jovem de Jundiaí – Leonardo Sartori é reeleito!

Promover a participação dos jovens na política fortalece a nossa democracia e abre caminho para a renovação. Assim, foi uma alegria participar nesta terça-feira da diplomação da segunda legislatura do Parlamento Jovem, na Câmara Municipal de Jundiaí. Fiquei ainda mais feliz em poder estar ao lado do meu sobrinho, Leonardo Sartori, que foi reeleito vereador com uma votação expressiva. Parabenizo aqui o querido Léo, os demais jovens eleitos, e também todos os amigos vereadores que me receberam tão bem na Casa. Viva a nossa juventude!

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1º Aulão Público do PDT-Jundiaí

O diálogo, a troca de ideias e informações são fundamentais para compreendermos o nosso atual momento político. Pensando nisso, Carlos Rigolo Lopes, sociólogo, mestrando pela FGV e filiado ao PDT, está organizando o 1º Aulão Público de Jundiaí, onde ele, juntamente com o auditor fiscal do Estado e cientista político, Victor Lins, irão discutir caminhos para uma reforma tributária mais justa do ponto de vista econômico e social. Em conversa com Carlos ainda tivemos a oportunidade de analisar o impacto da alta do dólar, assim como o crescente desemprego e informalidade.
Acreditamos que a única maneira de virarmos esse jogo é melhorando crédito para o pequeno e médio empresário, valorizando quem trabalha e quem produz e a classe média.

Caetano Veloso e Ciro Gomes na homenagem ao professor Mangabeira Unger

Nesta terça-feira tivemos a oportunidade de acompanhar a homenagem ao professor Roberto Mangabeira Unger, na Faculdade de Direito da USP, ao lado dos amigos, Gabriel Cassiano, presidente da Juventude do PDT-SP, e Gustavo Castañon, professor de Filosofia e Psicologia da Universidade de Juiz de Fora. Antes do evento tive ainda a oportunidade de conversar com um dos ícones da música brasileira, Caetano Veloso. O nosso companheiro e candidato a presidente, Ciro Gomes, e o senador, Eduardo Suplicy, também participaram desta linda homenagem.

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Família tem fome. Família precisa trabalhar.

A defesa da família passou a estar no discurso de milhares de políticos. Muitos deles estão eleitos hoje. Até aí tudo bem. A família é uma causa legítima. Porém, olhando os dados de desemprego, percebemos que se essa turma estivesse preocupada mesmo com a família, estariam buscando maneiras de gerar emprego para o pai, para mãe e também os seus filhos já com idade para trabalhar. Afinal, as famílias precisam comer, precisam pagar as suas contas, precisam ter fé em um futuro possível e digno.

Culpar governos anteriores não diminui a responsabilidade e nem a necessidade de ações efetivas que tenham como objetivo combater a falta de emprego. Hoje, 12,6 milhões de brasileiros estão desempregados. 23% dos nossos jovens de 15 a 29 anos não estudam e nem trabalham. O número é assustador! Se o presente desses garotos e garotas é desanimador, o futuro é uma incógnita.

Para aqueles que passaram dos 50 anos, a oferta de emprego é bem menor. E para piorar, com a reforma da previdência que está sendo aprovada, os homens terão que trabalhar pelo menos até os 65 anos e as mulheres até os 62 anos. Sem dúvida a população está vivendo mais. Porém, é raro ver uma empresa contratando um funcionário de 50/55 anos de idade. É ainda mais raro ver um homem de 65 anos em cima de um andaime ou uma vendedora de 60 anos efetivada em uma loja. O que vemos são filas enormes em agências de emprego. E com grandes dificuldade nas duas pontas: no primeiro e no último emprego.

Programas de qualificação e requalificação profissional são a semente que deveríamos ter plantando ontem. O conhecimento e capacidade de utilizar ferramentas tecnológicas é ainda uma barreira no currículo de muitos brasileiros. Enquanto os nossos representantes eleitos não olharem com seriedade para isso, as famílias só estarão sendo defendidas no discurso, na promessa vazia mas não na prática. Família tem fome. Família precisa trabalhar. E quem tem fome e não tem emprego, tem pressa!

Links
O Globo: https://glo.bo/2OWjk2t
UOL Economia: http://bit.ly/2VKazK1

#gersonsartori #emprego #renda #família #pdt

TBT – Tribuna Livre e sessões noturnas aproximaram o povo do legislativo

A lembrança desta quinta-feira é de 2013, quando conseguimos aprovar a mudança do horário das sessões da Câmara Municipal de Jundiaí. As sessões do nosso legislativo aconteciam no período da manhã, o que impossibilitava que as pessoas acompanhassem as votações e projetos. Ainda no mesmo ano, criamos a “tribuna livre Erazê Martinho”, um instrumento que deu voz e abriu espaço para a participação popular na Câmara. Uma conquista que deve ser celebrada e preservada. Viva a tribuna livre! #gersonsartori #tbt #tribunalivre

Observatório Trabalhista – para cada crítica uma proposta!

Pelo terceiro trimestre consecutivo o PDT Nacional, sob coordenação do presidente do partido, Carlos Lupi, do nosso vice-presidente nacional, Ciro Gomes, e do professor, Nelson Marconi, apresentou mais uma vez o “Observatório Trabalhista” – uma ampla analise do cenário político brasileiro, com dados atualizados das nossas principais áreas, economia, saúde, educação etc. Mais uma vez ficou evidente a falta de projeto e ações com foco na retomada do desenvolvimento do País, na geração de empregos, na valorização de quem trabalha e quem produz, do micro e pequeno empresário, da classe-média e dos menos favorecidos. Como de costume, para cada crítica foi apresentada uma proposta, o que mostra o compromisso e a seriedade do Ciro Gomes e do nosso “Projeto Nacional de Desenvolvimento”.

Enquanto estivermos batendo recorde de informalidade, estaremos longe de combater a desigualdade

Agora, que os últimos dados sobre emprego foram publicados, fomos procurar entender os números. Se por um lado batemos recorde de pessoas ocupadas, batemos recorde também de pessoas na informalidade. E o que isso significa? Na prática isso quer dizer que 4 em cada 10 brasileiros ocupados estão trabalhando sem nenhum direito, nenhuma proteção social, deixando de contribuir com a previdência e, dessa maneira, acabando com qualquer chance de aposentadoria no futuro. Isso quer dizer que lá na ponta, se aquele pai ou mãe que hoje vende pano de prato no semáforo sofrer qualquer acidente, a sua família ficará sem sustento.

Não é de hoje que a situação é grave. Entre 2014 e 2017, nós registramos 6,27 milhões de “novos pobres”. Homens e mulheres que perderam os seus empregos e passaram a ter uma renda mensal inferior a R$233. As supostas medidas para combater esse quadro estão se mostrando ineficazes. A terceirização, a reforma trabalhista e, mais recentemente, a previdenciária só estão aprofundando a desesperança de quem luta diariamente para levar algum dinheiro para casa e colocar alguma coisa no prato de seus filhos.

É preciso ver que muitos que hoje estão na informalidade se tornaram micro e pequenos empresários. São brasileiros que buscam tocar um pequeno comércio no bairro, em casa, e precisam de crédito para poder investir e fazer o seu negócio virar. Mas como cerca de 62 milhões de brasileiros estão com o nome no SPC, fica quase impossível conseguir um empréstimo para começar ou investir em um negócio próprio. Ajudar o povo a quitar as suas dívidas para voltar a ter crédito é algo urgente. Quando o comércio gira, ele gera emprego, renda para as famílias e demanda para a indústria.

Não precisamos de mágica. Precisamos de seriedade, coragem e compromisso com o povo. Precisamos valorizar quem trabalha e quem produz, quem está todo dia “no batente” e quem gera emprego. Enquanto estivermos batendo recorde de informalidade, estaremos longe de combater a desigualdade.

Links:
BBC: https://bbc.in/2nW8PRc
FOLHA de SP: https://bit.ly/2mbyPYp

#gersonsartori #pdt #emprego

Não podemos é aceitar que mais uma vez o povo pague a conta

São quase 13 milhões de desempregados, outros 38 milhões na informalidade, ‘fugindo do rapa’ nas cidades, preço da gasolina e do gás de cozinha subindo, dólar subindo e aumentando o preço do pão francês etc. Esse é o Brasil hoje! E as medidas recentes para tentar reverter essa lógica estão tendo um resultado oposto. A terceirização, a reforma trabalhista e, agora, a previdenciária, só estão piorando a situação. Como se isso não bastasse, o atual governo planeja congelar o salário mínimo. Ou seja: se as famílias já estão podendo comprar pouco, elas irão poder comprar menos ainda. Isso não prejudica só os trabalhadores. Quando o povo compra menos, a indústria produz menos. Se a indústria produz menos, ela manda funcionário embora. Assim, o desemprego aumenta ainda mais.

Existem alternativas? Sem dúvida. Ao invés de jogar na conta do trabalhador e da classe média, o governo poderia diminuir as isenções fiscais e programas refinanciamento de dívidas para grandes empresas. Aliás, ele poderia criar um programa de refinanciamento para as pessoas, para o povo! Quando as pessoas voltam a ter crédito, eles voltam a consumir, as empresas contratam e o comércio vende. O crédito também é fundamental para os empreendedores e comerciantes. Fora isso, o governo poderia também cobrar os grandes devedores da previdência, taxar os donos de bancos, que faturam zilhões e não pagam quase nada.
Existem outros caminhos para que o País volte a crescer. O que não podemos é aceitar que mais uma vez o povo pague a conta.

Links:
ESTADÃO: http://bit.ly/2V1VqTV
FOLHA DE SP: http://bit.ly/2Nm64Ei
EXAME: http://bit.ly/2NnAINC
FOLHA DE SP: http://bit.ly/2No8z95

#gersonsartori #pdt #salariominimo #saláriomínimo